Cabe Quotes

Authors: A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y Z
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no-cabe-duda-que-es-verdad-que-la-costumbre
vinho-a-beccedila-na-cabeccedila
ya-no-cabe-este-dolor-dentro-de-mi-ya-no-se-vivir-si-no-es-contigo-como-n-un-sueno-que-he-perdido-este-amor-es-mi-castigo-pero-fue-lo-mejor-que-dios-jon-secada
con-la-ilusion-del-primer-amor-desesperado-te-amo-con-la-pasion-del-primer-amor-que-me-ha-flechado-te-amo-no-me-cabe-en-el-cuerpo-el-amor-que-te-tengo-jeans
Yo habe­a crecido en el convencimiento de que aquella lenta procesion de la posguerra, un mundo de quietud, miseria y rencores velados, era tan natural como el agua del grifo, y que aquella tristeza muda que sangraba por las paredes de la ciudad herida era el verdadero rostro de su alma. Una de las trampas de la infancia es que no hace falta comprender algo para sentirlo. Para cuando la razon es capaz de entender lo sucedido, las heridas en el corazon ya son demasiado profundas. Aquella noche primeriza de verano, caminando por ese anochecer oscuro y traicionero de Barcelona, no consegue­a borrar de mi pensamiento el relato de Clara en torno a la desaparicion de su padre. En mimundo, la muerte era una mano anonima e incomprensible, un vendedor a domicilio que se llevaba madres, mendigos o vecinos nonagenarios como si se tratase de una lotere­a del infierno. La idea de que la muerte pudiera caminar a mi lado, con rostro humano y corazon envenenado de odio, luciendo uniforme o gabardina, que hiciese cola en el cine, riese en los bares o llevase a los nie±os de paseo al parque de la Ciudadela por la mae±ana y por la tarde hiciese desaparecer a alguien en las mazmorras del castillo de Montjuic, o en una fosa comeºn sin nombre ni ceremonial, no me cabe­a en la cabeza. De¡ndole vueltas, se me ocurrio que tal vez aquel universo de carton piedra que yo daba porbueno no fuese me¡s que un decorado. En aquellos ae±os robados, el fin de la infancia, como la Renfe, llegaba cuando llegaba.

Carlos Ruiz Zafon
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Segundo os Shastras tradicionais, o Mestre e para o disce­pulo, pai, me£e e eshwara (que significa Senhor, representa o arquetipo e, em certo sentido e a divindade eleita para o culto particular). Numa era de contestae§e£o e irrevereªncia, tal afirmae§e£o ne£o e nada modesta. Hoje este¡ na moda construir frases de efeito ou emitir conceitos que fae§am media com o leitor. Conceitos demagogicos para cativar a opinie£o peºblica. Entretanto, as escrituras hindus ne£o estavam preocupadas com isso e ne£o estavam brincando quando colocaram muito claramente a posie§e£o do Mestre e do disce­pulo. Sendo uma filosofia do Oriente e da antiguidade, o Ye´ga ne£o faz por menos: o disce­pulo deve total respeito, obedieªncia, amor e fe ao seu Mestre. Caso contre¡rio, ne£o tem capacidade de ser disce­pulo nem o direito de chamar a alguem de Mestre, conforme diz a Maitre­ Upanishad: 'Esta cieªncia absolutamente secreta so deve ser ensinada a um filho ou a um disce­pulo totalmente devotado ao seu Mestre'. Para aquele que ne£o souber aprender, ninguem sere¡ um Mestre competente, je¡ que a incompeteªncia ne£o estare¡ no ensinar, mas no aprender. Para aquele que aceita as normas do discipulado, o Mestre escolhido sempre e bom, pois tal disce­pulo este¡ com o siddhi do aprendizado plenamente desenvolvido e aprendere¡ mesmo que nada seja dito, bastando a proximidade fe­sica do Mestre, o qual atua como catalisador. Por isso e importante visitar o Mestre com freqe¼eªncia. Por que a proximidade fe­sica e te£o importante, se o Ye´ga e fundamentalmente subjetivo e domina te£o espetacularmente as dimenseµes paranormais? e‰ porque ocorre um fene´meno denominado nye¡sa, uma especie de osmose, no qual, o disce­pulo que reeºna as qualidades indispense¡veis, assimila parte do conhecimento e o poder do seu Mestre atraves do simples conve­vio. Para ele, o Mestre e um catalisador vivo da fore§a e da sabedoria que je¡ estavam presentes no e­ntimo do proprio disce­pulo. Esse conve­vio e te£o mais importante na medida em que e atraves dele que sere£o realizados o Guru Seªva, o Parampare¡ e o Kripe¡ Guru, treªs das mais sagradas tradie§eµes do Ye´ga no que se refere e s relae§eµes Mestre/disce­pulo. Ao escolher o seu Mestre voceª deve aceite¡-lo, acate¡-lo e reconheceª-lo definitivamente e sem reservas. Ne£o cabe da sua parte nenhuma deºvida ou questionamento. Se voceª ne£o tem essa capacidade, ne£o este¡ a altura de ter um Mestre e vai ficar estagnado sem aprender nada profundo, nada que seja realmente Ye´ga. Ao que, por outro lado, tem essa capacidade no seu mais alto grau, esse consegue aprender, mesmo e  diste¢ncia, pois cada vez que realizar um peºje¡ sincero, entra em sintonia interior e o Mestre fala diretamente ao seu corae§e£o, fora do tempo e do espae§o. Dessa forma, pode compensar parcialmente a falta da te£o importante presene§a fe­sica.

Sergio Santos
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