Depois Quotes

Authors: A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y Z
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fale-satildesup3-depois-do-bip-sos
mas-por-hora-isso-fica-pra-depois
aprendamos-mostrar-amizade-que-temos-por-um-homem-enquanto-ele-e-vivo-e-neo-depois-de-ele-estar-morto-f-scott-fitzgerald
depois-de-tantos-anos-deixamos-de-viver-na-casa-e-passamos-ser-casa-onde-vivemos-e-como-se-as-paredes-nos-vestissem-alma-mia-couto
eu-sonho-com-sangue-com-uma-solideo-teo-vazia-que-nem-o-eco-sobreviveria-nela-e-acordo-gritar-ensopado-no-meu-proprio-suor-e-mesmo-depois-de-acordar-sensaeeo-solideo-mantemse-dur
mas-depois-que-serra-e-mendes-se-falaram-na-vespera-apesar-de-sete-dos-dez-ministros-je-ter-votado-contra-exigencia-gilmar-pediu-vista-dos-autos-paralisando-anelise-do-caso-palme
para-onde-e-que-vai-o-kurika-quando-morrer-perguntoume-certo-dia-minha-filha-depois-de-um-dos-ataques-do-ceo-para-onde-vamos-todos-nos-mas-para-onde-talvez-o-kurika-saiba-eu-neo-
Ser ou ne£o ser, eis a queste£o. O que e mais nobre para a alma? Sofrer as pedradas e as setas da fortuna ultrajosa ou tomar armas contra um mar de tribulae§eµes e, fazendo-lhes rosto, dar-lhes fim? Morrer... dormir... mais nada. Dizer que, por meio de um sono, acabamos com as angeºstias e com os mil embates naturais de que e herdeira a carne e um desfecho que se deve ardentemente desejar. Morrer... dormir... dormir! Sonhar talvez! Ah! Aqui e que este¡ o embarae§o. Pois que sonhos podem sobrevir naquele sono da morte depois de nos termos libertado deste bule­cio mortal? Eis o que nos obriga a fazer pausa; eis a reflexe£o de que procede a calamidade de uma vida te£o longa. Com efeito, quem suportaria os ae§oites e os esce¡rnios desta epoca, a injustie§a do opressor, a contumelia do orgulhoso, os tormentos do amor desprezado, as dilae§eµes da lei, a insoleªncia do poder e os maus tratos que o merito paciente recebe de criaturas indignas, podendo com um simples punhal outorgar a si mesmo tranquilidade? Quem quereria sopesar o fardo, gemer e suar debaixo de uma vida pesade­ssima, se o temor dalguma coisa depois da morte - o desconhecido pae­s de cujas raias nenhum viajante ainda voltou - ne£o enleasse a vontade e ne£o fizesse antes padecer os males que temos, do que voar para outros que ignoramos? Assim, a conscieªncia torna-nos a todos covardes; assim o fulgor natural da resolue§e£o e amortecido pelo pe¡lido clare£o do pensamento; e, assim, empresas energicas e de grande alcance torcem o caminho, e perdem o nome de ae§e£o.

William Shakespeare
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uma-pessoa-envelhece-lentamente-primeiro-envelhece-o-seu-gosto-pela-vida-e-pelas-pessoas-sabes-pouco-pouco-tornase-tudo-teo-real-conhece-o-significado-das-coisas-tudo-se-repete-t
Raciocinai assim com a vida: Se te perco, perco uma coisa que somente os loucos querem conservar. Ne£o passas de um sopro, exposto a todas as influeªncias do ar e que, hora apos hora, deterioram esta habitae§e£o em que moras. e‰s meramente o joquete da morte, pois procuras sempre evite¡-la pela fuga e, apesar disto, corres sempre em diree§e£o a ela. Ne£o es nobre, porque todas as voluptuosidades, que se£o teu patrime´nio, se£o acalentadas pelas baixezas. Este¡s longe de ser valente, pois temes o aguilhe£o terno e brando de um verme. O que tens de melhor em ti e o sono e que tantas vezes provocas; entretanto, temes grosseiramente a morte que ne£o passa de um sono. Tu ne£o es tu mesmo, pois tua existeªncia e o resultado de milhares de gre£os que saem do po. Ne£o es feliz, porque o que tu ne£o tens, tu te esfore§as para adquirir e o que possuis, tu esqueces. Ne£o es constante, pois tua natureza, segundo as fases da Lua, sofre estranhas alterae§eµes. Se es rico, es pobre; pois, semelhante a um asno cujo lombo este¡ vergado ao peso de lingotes, so carregas as tuas riquezas um eºnico dia e a morte te livra delas. Ne£o tens amigos, pois o fruto de tuas proprias entranhas que te chama de ''pai'', o mais puro de teu sangue sae­do de teus proprios rins, maldiz a gota, a lepra e o catarro, que ne£o te acabam bem depressa. Ne£o tens juventude nem velhice, e, por assim dizer, ne£o passas de um sesta depois do jantar que sonha um pouco com as duas idades; pois toda tua feliz juventude e passada fazendo-se velha e solicitando esmolas da parale­tica velhice. Quando, no fim, fores velho e rico, je¡ ne£o tere¡s calor, sentimento, fore§a, nem beleza, para tornares agrade¡veis tuas riquezas.Que te sobra ainda nisto que traz o nome de Vida? O outras mil formas de morte ainda este£o ocultas nesta vida e, contudo tememos a morte que nivela todas estas miserias.

William Shakespeare
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As me£os de Zahara apertaram fortemente a saia. - Vais infligir-me a humilhae§e£o de ser eu a dizeª-lo? Lochan levantou-se. - Jamais desejaria que te humilhasses. Eu sei, sei-o he¡ je¡ demasiado tempo. Zahara sentiu o corae§e£o pular. - Se o sabes, porque nunca... - Esquece-me, Zahara, pois ne£o sinto o mesmo - interrompeu ele. Ela recuou. - Mentes... Porqueª? Eu sei... O modo como me tratas, como me olhas. Eu sei que gostas de mim, vejo-o no teu olhar, vejo-o neste instante! Lochan sentiu os olhos dela mergulharem nos seus. - Durante anos foram-me apresentados pretendentes das mais nobres fame­lias - ouviu - Todos me dariam o conforto a que estava habituada, todos me cobririam de joias, de vestidos luxuosos... no entanto, eu recusava-os. Recusava-os porque ne£o via nada no seu olhar. Para eles, eu seria como um trofeu, serviria apenas para provocar inveja. Uma nuvem cobriu o sol, deixando-os na sombra. - Inconscientemente tornei-me arrogante, altiva, somente para os afastar de mim, para que ne£o desejassem casar-se com alguem como eu... Mas tu, tu viste para alem da me¡scara que construe­. Naquele dia, na capital, tu viste o que ninguem foi capaz de ver: o meu corae§e£o. - Zahara... - Ne£o acredito que ne£o sintas qualquer amor por mim. Lochan voltou-lhe as costas. - Ne£o quero saber se es pobre, ne£o me importo com o teu passado. O que sinto por ti e o que sempre desejei sentir - ouviu. O sileªncio envolveu-os por momentos. - Lamento... Zahara correu para a frente dele. No seu olhar era vise­vel desespero. - Ne£o te agrado, e isso? Ele limitou-se a desviar o rosto. - Responde-me! - Como poderia ficar indiferente a alguem como tu - disse voltando a olhar nos olhos dela. - Ente£o porqueª, porqueª? Lochan agarrou-lhe nos ombros, assustando-a. - Esquece-me por favor. Odeia-me. Odeia-me por isto com todas as tuas fore§as, mas ne£o me ames, nunca me ames, Zahara. Lochan largou-lhe os ombros. Ela ficou sem reace§e£o, e as le¡grimas voltaram a molhar o seu rosto. - Ne£o me fae§as isto... - implorou. O olhar dele tornou-se gelido. O seu rosto mostrava-se agora te£o indecifre¡vel, como o de uma este¡tua. - Odeia-me pelo sofrimento que te acabo de causar e depois esquece-me - disse deixando-a so. Zahara viu-o desaparecer por entre as colunas do pale¡cio.

Susana Almeida
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