Ela Quotes

Authors: A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y Z
Categories: A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y Z
e-quando-eu-disse-ela-que-je-os-tinha-lido-ela-me-fez-umas-perguntas-muito-longas-que-na-verdade-eram-apenas-as-ideias-dela-com-um-ponto-de-interrogaeeo-no-final-stephen-chbosky
descobri-minha-estrela-ela-e-bela-e-graciosa-elegante-e-divina-o-meu-riso-no-inverno-ela-e-corajosa-e-forte-arrojada-e-tentadora-diferente-de-qualquer-outra-no-universo-e-neo-pos
shimei-son-elain-benjamin-1-kings-418
porque-ela-me-dizia-bota-a-matildeo-no-fogo
se-uma-planta-neo-pode-viver-de-acordo-com-sua-natureza-ela-morre-o-mesmo-ocorre-com-um-homem-henry-david-thoreau
podemos-canalizar-revolueeo-da-web-20-de-maneira-construtiva-de-modo-que-ela-enriquee-ao-inves-de-matar-nossa-economia-cultura-e-valores-andrew-keen
uma-vez-eu-conheci-uma-garota-ela-guardava-neve-na-geladeira-para-neo-estragar-filipe-russo
lua-oh-lua-manda-o-meu-beijo-pra-ela
o-coraeeo-humano-e-como-um-pessaro-nocturno-espera-por-qualquer-coisa-em-silencio-e-quando-chega-altura-levanta-voo-e-vai-direito-ela-haruki-murakami
acordar-neo-e-uma-simples-passagem-do-sono-para-vigelia-e-mais-um-lentessimo-envelhecimento-cada-despertar-somando-o-cansaeo-da-inteira-humanidade-vida-ela-toda-e-um-extenso-nasc
a-doene-e-retida-no-corpo-pelo-pensamento-pela-observaeeo-da-doene-e-pela-ateneeo-dada-ela-rhonda-byrne
a-alma-de-uma-grande-cidade-neo-se-deixa-apreender-facilmente-e-preciso-para-se-comunicar-com-ela-termonos-aborrecido-termos-de-algum-modo-sofrido-nos-lugares-que-circunscrevem-j
ela-acreditava-em-anjo-e-porque-acreditava-eles-existiam-she-believed-in-angels-because-she-believed-they-existed-clarice-lispector
e-como-se-ao-amar-alguem-essa-pessoa-se-tornasse-sua-razeo-e-talvez-seja-o-inverso-talvez-eu-tenha-me-apaixonado-por-ela-porque-preciso-de-uma-razeo-david-levithan
eu-chorava-tanto-por-ele-como-por-ela-e-s-vezes-temos-compaixeo-por-criaturas-que-neo-tem-esse-sentimento-nem-por-elas-proprias-nem-por-outras-pessoas-emily-bronte
entre-as-recordaeees-de-cada-pessoa-he-coisas-que-ela-neo-conta-para-qualquer-um-somente-para-os-amigos-he-tambem-aquelas-que-ela-neo-conta-nem-para-os-amigos-somente-para-sim-me
Pingala pode ser definida como a energia dine¢mica, ativa, masculina, positiva, yang, dentro de nossa personalidade. Ela tem um lado fe­sico e mental. Suas qualidades materiais se£o luz, calor, solar, energia acumulando, criatividade, organizae§e£o, focalizada (centre­peta) e contrativa. O lado mental positivo, dine¢mico, dentro do sistema de Freud e o Eros, o prince­pio do prazer, e no sistema de Jung e a personalidade consciente, o lado racional e discriminativo. Podemos dizer que pingala e a energia psicossome¡tica, aparentemente dirigida, a mente agindo sobre o corpo para motivar os orge£os da ae§e£o, os karmendriyas. Ela e a energia be¡sica da vida. Ida e a energia dentro da personalidade, o qual e passiva, receptiva, feminina, negativa, yin. A um ne­vel fe­sico, ela e escura, fria, lunar, energia de dissipae§e£o, desorganizae§e£o, entropica, expansiva (centre­fuga) e relaxante. No plano mental que Freud chamou Tanatos, o instinto da morte, e Jung chamou de anima, o inconsciente, e­ntimo feminina, emocional, sentimento intuitivo e ne£o discriminatorio, o fundo sobre o qual as diferene§as podem ser vistas e que podem ser unificadas. Este e o aspecto soma fe­sico do homem, onde a energia e dirigida para dentro, e o corpo age sobre a mente. Ida controla os orge£os dos sentidos, ou gyanendriyas, e, portanto, nos de¡ conhecimento e conscieªncia do mundo em que vivemos... Carl Jung expressou as viseµes te¢ntricas quando descreveu a fore§a motriz da auto-realizae§e£o, a qual chamou de 'individuae§e£o', como uma interae§e£o dialetica entre os opostos, iniciando com o conflito e culminando em se­ntese e integrae§e£o. Quando o equile­brio perfeito e alcane§ado, estabilizado e aperfeie§oado, um estado de paz dine¢mico e alcane§ado, que e um paradoxo, uma unie£o de opostos, a se­ntese de fazer e ne£o fazer, uma maneira totalmente nova de perceber e experenciar a vida. Poucos de nos realizam este terceiro estado espiritualizado, e muitos de nos oscilam de um estado a outro. A cada 90 a 180 minutos ida e pingala alternam sua posie§e£o dominante e somente por uns poucos segundos, ou minutos, sushumna entra em existeªncia posse­vel. e‰ a meta de todas as tecnicas de yoga balancear e equilibrar ida e pingala, fore§a da vida e conscieªncia, para que eles se unam em aje±a chakra para criar a luz interna do conhecimento e bem-aventurane§a, e revelar a verdade.

Satyananda Saraswati
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As me£os de Zahara apertaram fortemente a saia. - Vais infligir-me a humilhae§e£o de ser eu a dizeª-lo? Lochan levantou-se. - Jamais desejaria que te humilhasses. Eu sei, sei-o he¡ je¡ demasiado tempo. Zahara sentiu o corae§e£o pular. - Se o sabes, porque nunca... - Esquece-me, Zahara, pois ne£o sinto o mesmo - interrompeu ele. Ela recuou. - Mentes... Porqueª? Eu sei... O modo como me tratas, como me olhas. Eu sei que gostas de mim, vejo-o no teu olhar, vejo-o neste instante! Lochan sentiu os olhos dela mergulharem nos seus. - Durante anos foram-me apresentados pretendentes das mais nobres fame­lias - ouviu - Todos me dariam o conforto a que estava habituada, todos me cobririam de joias, de vestidos luxuosos... no entanto, eu recusava-os. Recusava-os porque ne£o via nada no seu olhar. Para eles, eu seria como um trofeu, serviria apenas para provocar inveja. Uma nuvem cobriu o sol, deixando-os na sombra. - Inconscientemente tornei-me arrogante, altiva, somente para os afastar de mim, para que ne£o desejassem casar-se com alguem como eu... Mas tu, tu viste para alem da me¡scara que construe­. Naquele dia, na capital, tu viste o que ninguem foi capaz de ver: o meu corae§e£o. - Zahara... - Ne£o acredito que ne£o sintas qualquer amor por mim. Lochan voltou-lhe as costas. - Ne£o quero saber se es pobre, ne£o me importo com o teu passado. O que sinto por ti e o que sempre desejei sentir - ouviu. O sileªncio envolveu-os por momentos. - Lamento... Zahara correu para a frente dele. No seu olhar era vise­vel desespero. - Ne£o te agrado, e isso? Ele limitou-se a desviar o rosto. - Responde-me! - Como poderia ficar indiferente a alguem como tu - disse voltando a olhar nos olhos dela. - Ente£o porqueª, porqueª? Lochan agarrou-lhe nos ombros, assustando-a. - Esquece-me por favor. Odeia-me. Odeia-me por isto com todas as tuas fore§as, mas ne£o me ames, nunca me ames, Zahara. Lochan largou-lhe os ombros. Ela ficou sem reace§e£o, e as le¡grimas voltaram a molhar o seu rosto. - Ne£o me fae§as isto... - implorou. O olhar dele tornou-se gelido. O seu rosto mostrava-se agora te£o indecifre¡vel, como o de uma este¡tua. - Odeia-me pelo sofrimento que te acabo de causar e depois esquece-me - disse deixando-a so. Zahara viu-o desaparecer por entre as colunas do pale¡cio.

Susana Almeida
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Raciocinai assim com a vida: Se te perco, perco uma coisa que somente os loucos querem conservar. Ne£o passas de um sopro, exposto a todas as influeªncias do ar e que, hora apos hora, deterioram esta habitae§e£o em que moras. e‰s meramente o joquete da morte, pois procuras sempre evite¡-la pela fuga e, apesar disto, corres sempre em diree§e£o a ela. Ne£o es nobre, porque todas as voluptuosidades, que se£o teu patrime´nio, se£o acalentadas pelas baixezas. Este¡s longe de ser valente, pois temes o aguilhe£o terno e brando de um verme. O que tens de melhor em ti e o sono e que tantas vezes provocas; entretanto, temes grosseiramente a morte que ne£o passa de um sono. Tu ne£o es tu mesmo, pois tua existeªncia e o resultado de milhares de gre£os que saem do po. Ne£o es feliz, porque o que tu ne£o tens, tu te esfore§as para adquirir e o que possuis, tu esqueces. Ne£o es constante, pois tua natureza, segundo as fases da Lua, sofre estranhas alterae§eµes. Se es rico, es pobre; pois, semelhante a um asno cujo lombo este¡ vergado ao peso de lingotes, so carregas as tuas riquezas um eºnico dia e a morte te livra delas. Ne£o tens amigos, pois o fruto de tuas proprias entranhas que te chama de ''pai'', o mais puro de teu sangue sae­do de teus proprios rins, maldiz a gota, a lepra e o catarro, que ne£o te acabam bem depressa. Ne£o tens juventude nem velhice, e, por assim dizer, ne£o passas de um sesta depois do jantar que sonha um pouco com as duas idades; pois toda tua feliz juventude e passada fazendo-se velha e solicitando esmolas da parale­tica velhice. Quando, no fim, fores velho e rico, je¡ ne£o tere¡s calor, sentimento, fore§a, nem beleza, para tornares agrade¡veis tuas riquezas.Que te sobra ainda nisto que traz o nome de Vida? O outras mil formas de morte ainda este£o ocultas nesta vida e, contudo tememos a morte que nivela todas estas miserias.

William Shakespeare
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