Memoria Quotes

Authors: A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y Z
Categories: A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y Z
el-mentiroso-tiene-mala-memoria-idries-shah
memoria-este-scribul-sufletului-osho
the-memory-past-troubles-is-pleasantlat-jucunda-memoria-est-praeteritorum-malorum-marcus-tullius-cicero
los-fantasmas-son-solo-fragmentos-de-memoria-estos-nos-acosan-porque-no-queremos-olvidarlos-carrie-arcos
menguante-es-este-dulce-dolor-ida-la-aventura-pero-la-memoria-extendida-por-siempre-seres-mi-amor-de-lunas-gabriel-meroli
la-realte-sfuma-e-tutto-diventa-memoria-perfino-tu-poco-poco-hai-cessato-di-essere-un-desiderio-e-sei-diventato-un-ricordo-alessandro-baricco
la-gente-intenta-siempre-revivir-momentos-que-en-su-memoria-son-mejores-de-lo-que-fueron-en-realidad-evocar-emociones-que-en-realidad-es-mejor-que-permanezcan-en-el-pasado-john-k
no-repases-tanto-lobsang-que-ase-se-te-atasca-la-memoria-tienes-que-estar-absolutamente-tranquilo-como-lo-estes-ahora-y-veres-como-te-brota-el-conocimiento-tuesday-lobsang-rampa
te-eres-tu-propio-enemigo-ryan-empieza-por-perdonarte-si-no-te-perdonas-vas-vivir-siempre-prisionero-del-pasado-castigado-por-la-memoria-que-es-subjetiva-isabel-allende
memoria-selectiva-para-recordar-lo-bueno-prudencia-logica-para-no-arruinar-el-presente-y-optimismo-desafiante-para-encarar-al-futuro-jean-shinoda-bolen
porque-la-historia-es-la-memoria-colectiva-de-la-humanidad-es-el-anelisis-del-desarrollo-de-los-hombres-en-sociedad-y-eso-no-puede-reducirse-la-accion-de-un-solo-hombre-por-influ
i-gesti-suoi-i-baci-suoi-li-memoria-ormai-gli-occhi-chiusi-al-buio-io-la-riconoscerei-seguendo-quel-profumo-un-po-selvaggio-che-ha-lei-unaltra-volta-demis-roussos
solo-la-fiebre-y-la-poese-provocan-visiones-solo-el-amor-y-la-memoria-no-estos-caminos-ni-estas-llanuras-no-estos-laberintos-roberto-bolaeo
ogni-linguaggio-e-un-alfabeto-di-simboli-il-cui-uso-presuppone-un-passato-che-gli-interlocutori-condividono-come-trasmettere-agli-altri-linfinito-aleph-che-la-mia-timorosa-memori
el-margen-sabe-lo-que-el-centro-olvida-seguramente-porque-la-memoria-es-el-poder-del-vencido-el-triunfador-sabe-que-como-dece-nietzsche-para-ser-feliz-hay-que-olvidar-pero-ese-ol
te-cansares-primero-que-yo-llegare-donde-quieres-llegar-antes-que-te-estes-alle-dijo-el-que-iba-detres-de-el-me-se-de-memoria-tus-intenciones-quien-eres-y-de-donde-eres-y-adonde-
Je¡ reparou que so a morte desperta nossos sentimentos? Como amamos os amigos que acabam de deixar-nos, ne£o acha?! Como admiramos nossos mestres que je¡ ne£o falam mais, que este£o com a boca cheia de terra! A homenagem vem, ente£o, muito naturalmente, essa mesma homenagem que talvez tivessem esperado de nos durante a vida inteira. Mas sabe por que somos sempre mais justos e mais generosos para com os mortos? A raze£o e simples! Em relae§e£o a eles, je¡ ne£o he¡ obrigae§eµes. Deixam-nos livres, podemos dispor de nosso tempo, encaixar a homenagem entre o coquetel e uma doce amante: em resumo, nas horas vagas. Se nos impusessem algo, seria a memoria, e nos temos a memoria curta. Ne£o e o morto recente que nos amamos em nossos amigos, o morto doloroso, nossa emoe§e£o, enfim, nos mesmos![... ] e‰ assim o homem, caro senhor, com duas faces: ne£o consegue amar sem se amar. Observe seus vizinhos, se por acaso ocorrer um falecimento no predio. Adormecidos em sua vidinha, e eis que morre o porteiro. Despertam imediatamente, agitam-se, informa-se, enchem-se de compaixe£o. Um morto no prelo e o espete¡culo comee§a, finalmente. Eles teªm necessidade de tragedia que se pode fazer? - e sua pequena transcendeªncia, e seu aperitivo. Sere¡, alie¡s, por acaso que lhe falo em porteiro? Eu tinha um, que era uma verdadeira desgrae§a, a maldade em pessoa, um monstro de insignifice¢ncia e de rancor que faria desanimar um franciscano. Eu nem sequer lhe dirigia a palavra, mas, por sua propria existeªncia, ele comprometia minha satisfae§e£o habitual. Morreu, e eu fui a seu enterro. Sere¡ capaz de me dizer por queª?

Albert Camus
je-reparou-que-morte-desperta-nossos-sentimentos-como-amamos-os-amigos-que-acabam-de-deixarnos-neo-acha-como-admiramos-nossos-mestres-que-je-neo-falam-mais-que-esteo-com-boca-che
A Etimologia tentou separar duas rae­zes: de um lado a raiz-lua que, com men (lua) e mensis (mes) pertence a rae­z ma do sacrife­cio mas; e de outro, a raiz se¢nscrita manas, com menos (grego), mens (latim) etc., que representa o espirito por exceleªncia. Da raiz-espe­rito brota uma ampla ramificae§e£o de sentidos espirituais significativos: menos, espirito, corae§e£o, alma, coragem, ardor; menoinan, considerar, meditar, desejar; memona, ter em mente, pretender; mainomai pensar e tambem perder-se em pensamentos e delirar, a qual pertence mania, loucura, possesse£o e tambem manteia, profecia. Outros ramos da mesma raiz-espe­rito se£o menis, menos, raiva, menuo, indicar, revelar; meno, permanecer, demorar-se, manthano, aprender; menini, lembrar; e mentiri, mentir. Todas essas rae­zes-espe­rito originam-se de uma raiz original se¢nscrita Mati-h, que significa pensamento, intene§e£o. Em nenhum lugar, seja ele qual for, essa raiz foi colocada em oposie§e£o a raiz-lua, men, lua; mensis, mes; mas, que e ligado a ma, medir. Dessa raiz origina-se ne£o so matra-m, medida, mas tambem metis, inteligeªncia, sabedoria; matiesthai, meditar, ter em mente, sonhar; e, mais ainda, para nossa surpresa, verificamos que essa raiz-lua, pretensamente oposta a raiz-espe­rito, e da mesma maneira derivada da raiz se¢nscrita mati-h, significando medida, conhecimento. Em conseqe¼eªncia, a eºnica raiz arquete­pica subjacente a esses significados e espe­rito-lua, que se expressa em todas as suas ramificae§eµes diversificadas, revelando-nos assim sua natureza e seu significado primordial. O que emana do espe­rito-lua e um movimento emocional relacionado de perto com as atividades do inconsciente. Na erupe§e£o ativa e um espirito igneo: coragem, colera, possesse£o e ira; sua auto-revelae§e£o conduz a profecia, cogitae§e£o e mentira, mas tambem a poesia. Junto com essa produtividade ignea, no entanto, coloca-se outra atitude mais ' medida ' que medita, sonha, espera e deseja, hesita e se retarda, que se relaciona com a memoria e o aprendizado, e cujo efeito e a moderae§e£o, a sabedoria e o significado. Discutindo o assunto em outro lugar, mencionei, como uma atividade primaria do inconsciente, o Einfall, isto e, o pressentimento ou o pensamento que ' estala ' na cabee§a. O aparecimento de conteeºdos espirituais que penetram na conscieªncia com suficiente forca persuasiva para fascina-la e controla-la, representa provavelmente a primeira forma de emergeªncia do espirito no homem. Enquanto numa conscieªncia ampliada e num ego mais forte esse fator emergente e introjetado e concebido como uma manifestae§e£o pse­quica interna, no comee§o parece atingir a psique ' de fora ', como uma revelae§e£o sagrada e uma mensagem numinosa dos ' poderes ' ou deuses. O ego, ao experimentar esses conteeºdos como vindos de fora, mesmo quando os chama de intuitos ou inspirae§eµes, recebe o fene´meno espiritual esponte¢neo com a atitude caractere­stica do ego da conscieªncia matriacal. Porque ainda e verdade, como sempre foi, que as revelae§eµes do espe­rito-lua se£o recebidas mais facilmente quando a noite anima o inconsciente e provoca a introverse£o do que a luz brilhante do dia.

Erich Neumann
a-etimologia-tentou-separar-duas-raezes-de-um-lado-raizlua-que-com-men-lua-e-mensis-mes-pertence-raez-ma-do-sacrifecio-mas-e-de-outro-raiz-senscrita-manas-com-menos-grego-mens-la
De­jele que entre nosotros existe­a una sociedad de hombres educados desde su juventud en el arte de probar con palabras multiplicadas al efecto que lo blanco es negro y lo negro es blanco, segeºn para lo que se les paga. El resto de las gentes son esclavas de esta sociedad. Por ejemplo: si mi vecino quiere mi vaca, asalaria un abogado que pruebe que debe quitarme la vaca. Entonces yo tengo que asalariar otro para que defienda mi derecho, pues va contra todas las reglas de la ley que se permita a nadie hablar por si mismo. Ahora bien; en este caso, yo, que soy el propietario lege­timo, tengo dos desventajas. La primera es que, como mi abogado se ha ejercitado casi desde su cuna en defender la falsedad, cuando quiere abogar por la justicia -oficio que no le es natural- lo hace siempre con gran torpeza, si no con mala fe. La segunda desventaja es que mi abogado debe proceder con gran precaucion, pues de otro modo le reprendere¡n los jueces y le aborrecere¡n sus colegas, como a quien degrada el ejercicio de la ley. No tengo, pues, sino dos medios para defender mi vaca. El primero es ganarme al abogado de mi adversario con un estipendio doble, que le haga traicionar a su cliente insinuando que la justicia este¡ de su parte. El segundo procedimiento es que mi abogado de a mi causa tanta apariencia de injusticia como le sea posible, reconociendo que la vaca pertenece a mi adversario; y esto, si se hace diestramente, conquistare¡ sin duda, el favor del tribunal. Ahora debe saber su see±ore­a que estos jueces son las personas designadas para decidir en todos los litigios sobre propiedad, ase­ como para entender en todas las acusaciones contra criminales, y que se los saca de entre los abogados me¡s he¡biles cuando se han hecho viejos o perezosos; y como durante toda su vida se han inclinado en contra de la verdad y de la equidad, es para ellos tan necesario favorecer el fraude, el perjurio y la vejacion, que yo he sabido de varios que prefirieron rechazar un pinge¼e soborno de la parte a que asiste­a la justicia a injuriar a la Facultad haciendo cosa impropia de la naturaleza de su oficio. Es me¡xima entre estos abogados que cualquier cosa que se haya hecho ya antes puede volver a hacerse legalmente, y, por lo tanto, tienen cuidado especial en guardar memoria de todas las determinaciones anteriormente tomadas contra la justicia comeºn y contra la razon corriente de la Humanidad. Las exhiben, bajo el nombre de precedentes, como autoridades para justificar las opiniones me¡s inicuas, y los jueces no dejan nunca de fallar de conformidad con ellas. Cuando defienden una causa evitan diligentemente todo lo que sea entrar en los fundamentos de ella; pero se detienen, alborotadores, violentos y fatigosos, sobre todas las circunstancias que no hacen al caso. En el antes mencionado, por ejemplo, no procurare¡n nunca averiguar que derechos o te­tulos tiene mi adversario sobre mi vaca; pero discutire¡n si dicha vaca es colorada o negra, si tiene los cuernos largos o cortos, si el campo donde la llevo a pastar es redondo o cuadrado, si se la ordee±a dentro o fuera de casa, a que enfermedades este¡ sujeta y otros puntos ane¡logos. Despues de lo cual consultare¡n precedentes, aplazare¡n la causa una vez y otra, y a los diez, o los veinte, o los treinta ae±os, se llegare¡ a la conclusion. Asimismo debe consignarse que esta sociedad tiene una jerigonza y jerga particular para su uso, que ninguno de los deme¡s mortales puede entender, y en la cual este¡n escritas todas las leyes, que los abogados se cuidan muy especialmente de multiplicar. Con lo que han conseguido confundir totalmente la esencia misma de la verdad y la mentira, la razon y la sinrazon, de tal modo que se tardare¡ treinta ae±os en decidir si el campo que me han dejado mis antecesores de seis generaciones me pertenece a me­ o pertenece a un extrae±o que este¡ a trescientas millas de distancia.

Jonathan Swift
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