Seja Quotes

Authors: A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y Z
Categories: A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y Z
seja-bemvindo-esta-leitura-partilhe-das-suas-emoeees-viva-as-suas-palavras-mas-sobretudo-seja-feliz-onde-estiver-pois-ele-estare-no-seu-coraeeo-pedro-miguel-cruz
caramba-bendito-seja-o-dinheiro-ee-de-queiros
vivo-aqui-e-seja-o-que-deus-quiser
poucas-vezes-gente-encontra-pessoas-cuja-alegria-neo-seja-somente-digestiva-clarice-lispector
creio-que-todo-o-homem-ama-sempre-mulher-quem-este-beijar-ainda-que-seja-por-desespero-jose-saramago
lembrate-que-o-destino-de-duas-almas-ligadas-arranjare-sempre-uma-forma-de-as-reunir-por-maior-que-seja-distencia-que-as-separa-susana-almeida
ser-feliz-e-ter-consciencia-do-efemero-e-saberse-capaz-de-agarrar-o-instante-e-lidar-bem-com-o-que-neo-e-definitivo-ou-seja-tudo-martha-medeiros
e-preciso-que-realidade-em-mim-seja-je-pura-inveneeo-para-que-eu-reconstrua-para-que-eu-cante-manuel-da-fonseca
qualquer-que-seja-ou-venha-ser-o-nosso-destino-somos-nos-que-o-fazemos-e-neo-nos-lamentamos-leo-tolstoy
bom-ou-mau-aquilo-que-sai-da-paris-e-paris-seja-uma-carta-um-pedaeo-de-peo-um-par-de-sapatos-ou-um-poema-julien-green
estou-aprendendo-que-uma-vida-neo-e-real-ate-alguem-mais-conhecer-sua-realidade-e-quero-que-minha-vida-seja-real-david-levithan
por-mais-que-o-passado-seja-representaeeo-de-quem-fomos-o-passado-e-passado-e-deixa-de-ser-passado-assim-que-comee-interferir-com-o-presente-e-condicionar-o-futuro-maria-capiteo
e-como-se-ao-amar-alguem-essa-pessoa-se-tornasse-sua-razeo-e-talvez-seja-o-inverso-talvez-eu-tenha-me-apaixonado-por-ela-porque-preciso-de-uma-razeo-david-levithan
algumas-pessoas-querem-o-simples-o-banal-e-o-tranquilo-isso-neo-faz-com-que-as-pessoas-que-querem-o-complicado-o-extraordinerio-e-o-emocionante-sejam-gananciosas-ou-egoestas-quer
os-livros-seo-escritos-devido-anos-virados-do-avesso-por-ideias-que-neo-nos-libertam-ate-serem-escritas-e-ate-mesmo-enteo-escrita-e-o-eltimo-recurso-um-resgate-desesperado-que-pa
sabeis-como-e-so-pai-e-uma-plantinha-quer-logo-quo-filho-seja-ervore-so-pai-e-uma-pedra-o-filho-tem-que-ser-uma-montanha-alfred-doblin
Segundo os Shastras tradicionais, o Mestre e para o disce­pulo, pai, me£e e eshwara (que significa Senhor, representa o arquetipo e, em certo sentido e a divindade eleita para o culto particular). Numa era de contestae§e£o e irrevereªncia, tal afirmae§e£o ne£o e nada modesta. Hoje este¡ na moda construir frases de efeito ou emitir conceitos que fae§am media com o leitor. Conceitos demagogicos para cativar a opinie£o peºblica. Entretanto, as escrituras hindus ne£o estavam preocupadas com isso e ne£o estavam brincando quando colocaram muito claramente a posie§e£o do Mestre e do disce­pulo. Sendo uma filosofia do Oriente e da antiguidade, o Ye´ga ne£o faz por menos: o disce­pulo deve total respeito, obedieªncia, amor e fe ao seu Mestre. Caso contre¡rio, ne£o tem capacidade de ser disce­pulo nem o direito de chamar a alguem de Mestre, conforme diz a Maitre­ Upanishad: 'Esta cieªncia absolutamente secreta so deve ser ensinada a um filho ou a um disce­pulo totalmente devotado ao seu Mestre'. Para aquele que ne£o souber aprender, ninguem sere¡ um Mestre competente, je¡ que a incompeteªncia ne£o estare¡ no ensinar, mas no aprender. Para aquele que aceita as normas do discipulado, o Mestre escolhido sempre e bom, pois tal disce­pulo este¡ com o siddhi do aprendizado plenamente desenvolvido e aprendere¡ mesmo que nada seja dito, bastando a proximidade fe­sica do Mestre, o qual atua como catalisador. Por isso e importante visitar o Mestre com freqe¼eªncia. Por que a proximidade fe­sica e te£o importante, se o Ye´ga e fundamentalmente subjetivo e domina te£o espetacularmente as dimenseµes paranormais? e‰ porque ocorre um fene´meno denominado nye¡sa, uma especie de osmose, no qual, o disce­pulo que reeºna as qualidades indispense¡veis, assimila parte do conhecimento e o poder do seu Mestre atraves do simples conve­vio. Para ele, o Mestre e um catalisador vivo da fore§a e da sabedoria que je¡ estavam presentes no e­ntimo do proprio disce­pulo. Esse conve­vio e te£o mais importante na medida em que e atraves dele que sere£o realizados o Guru Seªva, o Parampare¡ e o Kripe¡ Guru, treªs das mais sagradas tradie§eµes do Ye´ga no que se refere e s relae§eµes Mestre/disce­pulo. Ao escolher o seu Mestre voceª deve aceite¡-lo, acate¡-lo e reconheceª-lo definitivamente e sem reservas. Ne£o cabe da sua parte nenhuma deºvida ou questionamento. Se voceª ne£o tem essa capacidade, ne£o este¡ a altura de ter um Mestre e vai ficar estagnado sem aprender nada profundo, nada que seja realmente Ye´ga. Ao que, por outro lado, tem essa capacidade no seu mais alto grau, esse consegue aprender, mesmo e  diste¢ncia, pois cada vez que realizar um peºje¡ sincero, entra em sintonia interior e o Mestre fala diretamente ao seu corae§e£o, fora do tempo e do espae§o. Dessa forma, pode compensar parcialmente a falta da te£o importante presene§a fe­sica.

Sergio Santos
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Seja como for, as pessoas dedicadas e religie£o ne£o querem reconhecer a realidade que contradiz o seu conto de fadas. Se realmente vivermos num universo sem Deus, elas perdem o emprego. O fluxo de dinheiro estagna. Por outro lado, he¡ pessoas que escolhem viver a sua vida de uma forma completamente egoceªntrica e homicida. Essas sentem que, se nada importa e elas podem fazer o que querem sem sofrer consequeeªncias, ve£o fazeª-lo. Mas tambem podemos ver as coisas de outra maneira: estamos nos e os outros todos, vivos e num barco salva-vidas, e temos de fazer as coisas da maneira mais decente posse­vel para nos e para eles. A mim parece-me que esta seria uma forma de viver muito mais morale "criste£": reconhecermos a terre­vel verdade da existeªncia humana e, perante isso, ainda escolhermos ser humanos decentes em vez de nos iludirmos sobre a existeªncia de uma qualquer recompensa paradise­aca ou um qualquer castigo infernal. Parecia-me uma atitude muito mais nobre. Se he¡ recompensa, castigo ou qualquer tipo de pagamento e agimos bem, ente£o ne£o estamos a fazer por razeµes muito nobres - os chamados prince­pios criste£os. e‰ como os bombistas suicidas que agem alegadamente de acordo com prince­pios religiosos ou nacionais bastante nobres quando, na verdade, as suas fame­lias recebem uma recompensa em dinheiro e congratulam-se com um legado heroico - je¡ para ne£o falar da promessa de virgens para os perpetradores, embora me passe completamente ao lado como e que alguem prefere um grupo de virgens a uma mulher altamente experiente.

Woody Allen
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A Etimologia tentou separar duas rae­zes: de um lado a raiz-lua que, com men (lua) e mensis (mes) pertence a rae­z ma do sacrife­cio mas; e de outro, a raiz se¢nscrita manas, com menos (grego), mens (latim) etc., que representa o espirito por exceleªncia. Da raiz-espe­rito brota uma ampla ramificae§e£o de sentidos espirituais significativos: menos, espirito, corae§e£o, alma, coragem, ardor; menoinan, considerar, meditar, desejar; memona, ter em mente, pretender; mainomai pensar e tambem perder-se em pensamentos e delirar, a qual pertence mania, loucura, possesse£o e tambem manteia, profecia. Outros ramos da mesma raiz-espe­rito se£o menis, menos, raiva, menuo, indicar, revelar; meno, permanecer, demorar-se, manthano, aprender; menini, lembrar; e mentiri, mentir. Todas essas rae­zes-espe­rito originam-se de uma raiz original se¢nscrita Mati-h, que significa pensamento, intene§e£o. Em nenhum lugar, seja ele qual for, essa raiz foi colocada em oposie§e£o a raiz-lua, men, lua; mensis, mes; mas, que e ligado a ma, medir. Dessa raiz origina-se ne£o so matra-m, medida, mas tambem metis, inteligeªncia, sabedoria; matiesthai, meditar, ter em mente, sonhar; e, mais ainda, para nossa surpresa, verificamos que essa raiz-lua, pretensamente oposta a raiz-espe­rito, e da mesma maneira derivada da raiz se¢nscrita mati-h, significando medida, conhecimento. Em conseqe¼eªncia, a eºnica raiz arquete­pica subjacente a esses significados e espe­rito-lua, que se expressa em todas as suas ramificae§eµes diversificadas, revelando-nos assim sua natureza e seu significado primordial. O que emana do espe­rito-lua e um movimento emocional relacionado de perto com as atividades do inconsciente. Na erupe§e£o ativa e um espirito igneo: coragem, colera, possesse£o e ira; sua auto-revelae§e£o conduz a profecia, cogitae§e£o e mentira, mas tambem a poesia. Junto com essa produtividade ignea, no entanto, coloca-se outra atitude mais ' medida ' que medita, sonha, espera e deseja, hesita e se retarda, que se relaciona com a memoria e o aprendizado, e cujo efeito e a moderae§e£o, a sabedoria e o significado. Discutindo o assunto em outro lugar, mencionei, como uma atividade primaria do inconsciente, o Einfall, isto e, o pressentimento ou o pensamento que ' estala ' na cabee§a. O aparecimento de conteeºdos espirituais que penetram na conscieªncia com suficiente forca persuasiva para fascina-la e controla-la, representa provavelmente a primeira forma de emergeªncia do espirito no homem. Enquanto numa conscieªncia ampliada e num ego mais forte esse fator emergente e introjetado e concebido como uma manifestae§e£o pse­quica interna, no comee§o parece atingir a psique ' de fora ', como uma revelae§e£o sagrada e uma mensagem numinosa dos ' poderes ' ou deuses. O ego, ao experimentar esses conteeºdos como vindos de fora, mesmo quando os chama de intuitos ou inspirae§eµes, recebe o fene´meno espiritual esponte¢neo com a atitude caractere­stica do ego da conscieªncia matriacal. Porque ainda e verdade, como sempre foi, que as revelae§eµes do espe­rito-lua se£o recebidas mais facilmente quando a noite anima o inconsciente e provoca a introverse£o do que a luz brilhante do dia.

Erich Neumann
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