Foi Quotes

Authors: A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y Z
Categories: A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y Z
e-foi-aatildeshy-que-a-marina-ouviu-uma-buzina
la-foi-en-la-vie-cest-de-croire-quil-existe-et-quil-y-une-place-pour-toi-derriere-le-brouillard-katherine-pancol
foi-de-zoroastro-que-as-naeees-herdaram-este-grande-princepio-e-preferevel-arriscarse-salvar-um-culpado-que-condenar-um-inocente-voltaire
e-foi-seca-que-me-deu-coragem-porque-saber-sofrer-moeo-isso-e-que-ter-coragem-jose-americo-de-almeida
foi-enteo-que-viu-num-beco-escuro-onde-luz-mal-tocava-estava-uma-rapariga-espreitava-timidamente-festa-encolhendose-sempre-que-se-ouvia-um-ruedo-mais-forte-susana-almeida
We are all poor; but there is a difference between what Mrs. Spark intends by speaking of 'slender means', and what Stevens called our poverty or Sartre our need, besoin. The poet finds his brief, fortuitous concords, it is true: not merely 'what will suffice, ' but 'the freshness of transformation, ' the 'reality of decreation, ' the 'gaiety of language.' The novelist accepts need, the difficulty of relating one's fictions to what one knows about the nature of reality, as his donnee. It is because no one has said more about this situation, or given such an idea of its complexity, that I want to devote most of this talk to Sartre and the most relevant of his novels, La Nausee. As things go now it isn't of course very modern; Robbe-Grillet treats it with amused reverence as a valuable antique. But it will still serve for my purposes. This book is doubtless very well known to you; I can't undertake to tell you much about it, especially as it has often been regarded as standing in an unusually close relation to a body of philosophy which I am incompetent to expound. Perhaps you will be charitable if I explain that I shall be using it and other works of Sartre merely as examples. What I have to do is simply to show that La Nausee represents, in the work of one extremely important and representative figure, a kind of crisis in the relation between fiction and reality, the tension or dissonance between paradigmatic form and contingent reality. That the mood of Sartre has sometimes been appropriate to the modern demythologized apocalypse is something I shall take for granted; his is a philosophy of crisis, but his world has no beginning and no end. The absurd dishonesty of all prefabricated patterns is cardinal to his beliefs; to cover reality over with eidetic images-illusions persisting from past acts of perception, as some abnormal children 'see' the page or object that is no longer before them -to do this is to sink into mauvaise foi. This expression covers all comfortable denials of the undeniable-freedom -by myths of necessity, nature, or things as they are. Are all the paradigms of fiction eidetic? Is the unavoidable, insidious, comfortable enemy of all novelists mauvaise foi? Sartre has recently, in his first instalment of autobiography, talked with extraordinary vivacity about the roleplaying of his youth, of the falsities imposed upon him by the fictive power of words. At the beginning of the Great War he began a novel about a French private who captured the Kaiser, defeated him in single combat, and so ended the war and recovered Alsace. But everything went wrong. The Kaiser, hissed by the poilus, no match for the superbly fit Private Perrin, spat upon and insulted, became 'somehow heroic.' Worse still, the peace, which should instantly have followed in the real world if this fiction had a genuine correspondence with reality, failed to occur. 'I very nearly renounced literature, ' says Sartre. Roquentin, in a subtler but basically similar situation, has the same reaction. Later Sartre would find again that the hero, however assiduously you use the pitchfork, will recur, and that gaps, less gross perhaps, between fiction and reality will open in the most close-knit pattern of words. Again, the young Sartre would sometimes, when most identified with his friends at the lycee, feel himself to be 'freed at last from the sin of existing'-this is also an expression of Roquentin's, but Roquentin says it feels like being a character in a novel. How can novels, by telling lies, convert existence into being? We see Roquentin waver between the horror of contingency and the fiction of aventures. In Les Mots Sartre very engagingly tells us that he was Roquentin, certainly, but that he was Sartre also, 'the elect, the chronicler of hells' to whom the whole novel of which he now speaks so derisively was a sort of aventure, though what was represented within it was 'the unjustified, brackish existence of my fellow-creatures.

Frank Kermode
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A Etimologia tentou separar duas rae­zes: de um lado a raiz-lua que, com men (lua) e mensis (mes) pertence a rae­z ma do sacrife­cio mas; e de outro, a raiz se¢nscrita manas, com menos (grego), mens (latim) etc., que representa o espirito por exceleªncia. Da raiz-espe­rito brota uma ampla ramificae§e£o de sentidos espirituais significativos: menos, espirito, corae§e£o, alma, coragem, ardor; menoinan, considerar, meditar, desejar; memona, ter em mente, pretender; mainomai pensar e tambem perder-se em pensamentos e delirar, a qual pertence mania, loucura, possesse£o e tambem manteia, profecia. Outros ramos da mesma raiz-espe­rito se£o menis, menos, raiva, menuo, indicar, revelar; meno, permanecer, demorar-se, manthano, aprender; menini, lembrar; e mentiri, mentir. Todas essas rae­zes-espe­rito originam-se de uma raiz original se¢nscrita Mati-h, que significa pensamento, intene§e£o. Em nenhum lugar, seja ele qual for, essa raiz foi colocada em oposie§e£o a raiz-lua, men, lua; mensis, mes; mas, que e ligado a ma, medir. Dessa raiz origina-se ne£o so matra-m, medida, mas tambem metis, inteligeªncia, sabedoria; matiesthai, meditar, ter em mente, sonhar; e, mais ainda, para nossa surpresa, verificamos que essa raiz-lua, pretensamente oposta a raiz-espe­rito, e da mesma maneira derivada da raiz se¢nscrita mati-h, significando medida, conhecimento. Em conseqe¼eªncia, a eºnica raiz arquete­pica subjacente a esses significados e espe­rito-lua, que se expressa em todas as suas ramificae§eµes diversificadas, revelando-nos assim sua natureza e seu significado primordial. O que emana do espe­rito-lua e um movimento emocional relacionado de perto com as atividades do inconsciente. Na erupe§e£o ativa e um espirito igneo: coragem, colera, possesse£o e ira; sua auto-revelae§e£o conduz a profecia, cogitae§e£o e mentira, mas tambem a poesia. Junto com essa produtividade ignea, no entanto, coloca-se outra atitude mais ' medida ' que medita, sonha, espera e deseja, hesita e se retarda, que se relaciona com a memoria e o aprendizado, e cujo efeito e a moderae§e£o, a sabedoria e o significado. Discutindo o assunto em outro lugar, mencionei, como uma atividade primaria do inconsciente, o Einfall, isto e, o pressentimento ou o pensamento que ' estala ' na cabee§a. O aparecimento de conteeºdos espirituais que penetram na conscieªncia com suficiente forca persuasiva para fascina-la e controla-la, representa provavelmente a primeira forma de emergeªncia do espirito no homem. Enquanto numa conscieªncia ampliada e num ego mais forte esse fator emergente e introjetado e concebido como uma manifestae§e£o pse­quica interna, no comee§o parece atingir a psique ' de fora ', como uma revelae§e£o sagrada e uma mensagem numinosa dos ' poderes ' ou deuses. O ego, ao experimentar esses conteeºdos como vindos de fora, mesmo quando os chama de intuitos ou inspirae§eµes, recebe o fene´meno espiritual esponte¢neo com a atitude caractere­stica do ego da conscieªncia matriacal. Porque ainda e verdade, como sempre foi, que as revelae§eµes do espe­rito-lua se£o recebidas mais facilmente quando a noite anima o inconsciente e provoca a introverse£o do que a luz brilhante do dia.

Erich Neumann
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As me£os de Zahara apertaram fortemente a saia. - Vais infligir-me a humilhae§e£o de ser eu a dizeª-lo? Lochan levantou-se. - Jamais desejaria que te humilhasses. Eu sei, sei-o he¡ je¡ demasiado tempo. Zahara sentiu o corae§e£o pular. - Se o sabes, porque nunca... - Esquece-me, Zahara, pois ne£o sinto o mesmo - interrompeu ele. Ela recuou. - Mentes... Porqueª? Eu sei... O modo como me tratas, como me olhas. Eu sei que gostas de mim, vejo-o no teu olhar, vejo-o neste instante! Lochan sentiu os olhos dela mergulharem nos seus. - Durante anos foram-me apresentados pretendentes das mais nobres fame­lias - ouviu - Todos me dariam o conforto a que estava habituada, todos me cobririam de joias, de vestidos luxuosos... no entanto, eu recusava-os. Recusava-os porque ne£o via nada no seu olhar. Para eles, eu seria como um trofeu, serviria apenas para provocar inveja. Uma nuvem cobriu o sol, deixando-os na sombra. - Inconscientemente tornei-me arrogante, altiva, somente para os afastar de mim, para que ne£o desejassem casar-se com alguem como eu... Mas tu, tu viste para alem da me¡scara que construe­. Naquele dia, na capital, tu viste o que ninguem foi capaz de ver: o meu corae§e£o. - Zahara... - Ne£o acredito que ne£o sintas qualquer amor por mim. Lochan voltou-lhe as costas. - Ne£o quero saber se es pobre, ne£o me importo com o teu passado. O que sinto por ti e o que sempre desejei sentir - ouviu. O sileªncio envolveu-os por momentos. - Lamento... Zahara correu para a frente dele. No seu olhar era vise­vel desespero. - Ne£o te agrado, e isso? Ele limitou-se a desviar o rosto. - Responde-me! - Como poderia ficar indiferente a alguem como tu - disse voltando a olhar nos olhos dela. - Ente£o porqueª, porqueª? Lochan agarrou-lhe nos ombros, assustando-a. - Esquece-me por favor. Odeia-me. Odeia-me por isto com todas as tuas fore§as, mas ne£o me ames, nunca me ames, Zahara. Lochan largou-lhe os ombros. Ela ficou sem reace§e£o, e as le¡grimas voltaram a molhar o seu rosto. - Ne£o me fae§as isto... - implorou. O olhar dele tornou-se gelido. O seu rosto mostrava-se agora te£o indecifre¡vel, como o de uma este¡tua. - Odeia-me pelo sofrimento que te acabo de causar e depois esquece-me - disse deixando-a so. Zahara viu-o desaparecer por entre as colunas do pale¡cio.

Susana Almeida
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Anahata chakra desperta no cerebro refinando as emoe§eµes e seu despertar e caracterizado por um sentimento universal de amor ilimitado por todos os seres. Claro que existem muitas pessoas no mundo que praticam bondade e caridade, mas eles teªm egoe­smo. Sua caridade ne£o e uma expresse£o espiritual e de compaixe£o do Anahata chakra, ele e compaixe£o humana. Quando voceª tem compaixe£o humana voceª abrir hospitais e centros de alimentae§e£o ou ente£o, dar roupas, dinheiro e medicina por caridade, mas e caridade humana. Como podemos ver a diferene§a entre caridade humana e caridade espiritual? Na caridade humana, he¡ sempre um elemento de egoe­smo. Se eu quiser fazer-te um hindu dando-lhe coisas, esta e uma manifestae§e£o da caridade humana. Ou se eu quiser fazer-te meus seguidores eu posso mostrar-lhe uma grande bondade, mas a bondade humana. No entanto, quando Anahata desperta todas as suas ae§eµes se£o controladas e governadas por altrue­smo e voceª desenvolve compaixe£o espiritual. Voceª entende que o amor ne£o envolve negociae§e£o, e livre de expectativa. Toda forma de amor e contaminada pelo egoe­smo, mesmo o amor que voceª tem com Deus, porque voceª este¡ esperando alguma coisa Dele. Talvez, neste mundo, o amor com um me­nimo de egoe­smo e um amor de me£e. Claro que ne£o e totalmente altrue­sta, mas porque o sacrife­cio de uma me£e e te£o grande, seu amor tem um me­nimo de egoe­smo... Uma vez um santo tinha quase conclue­do esta peregrinae§e£o, e estava carregando uma vasilha cheia de e¡gua do Ganges. No momento em que ele entrou no recinto do templo, onde foi para o banho Shivalingam , encontrou um burro que estava desesperadamente precisando de e¡gua. Imediatamente ele abriu o seu recipiente e deu e¡gua para o burro. Seus companheiros de viagem gritaram, "Ei, o que voceª este¡ fazendo? Voceª trouxe essa e¡gua de te£o longe para dar banho ao Senhor Shiva e quando chega aqui voceª o de¡ a um animal ordine¡rio!" Mas o santo ne£o viu dessa forma. Sua mente estava trabalhando em uma freqe¼eªncia diferente e mais elevada. Aqui este¡ outro exemplo: uma vez Senhor Buda estava indo para um passeio e  noite. Ele deparou-se com um homem velho e ficou muito comovido pelo sofrimento da velhice. Em seguida ele viu uma pessoa morta, e novamente ele ficou muito comovido. Quantas vezes e que vamos ver homens velhos? Sere¡ que ficaremos comovidos como ele ficou? Ne£o, porque as nossas mentes se£o diferentes. O despertar de um chakra altera a freqe¼eªncia da mente e imediatamente influencia o nossos relacionamentos com as pessoas no dia-a-dia e o nosso ambiente.

Satyananda Saraswati
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