Medida Quotes

Authors: A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y Z
Categories: A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y Z
el-universo-no-fue-hecho-medida-del-hombre-tampoco-le-es-hostil-es-indiferente-carl-sagan
ao-longo-da-vida-vamos-descobrindo-aos-poucos-quem-somos-na-realidade-e-e-medida-que-o-descobrimos-perdemos-parte-da-nossa-identidade-haruki-murakami
si-censuran-tus-ideas-ten-valor-no-te-rindas-nunca-siempre-alza-la-voz-lucha-fuerte-sin-medida-no-dejes-de-creer-dulce-mare
los-sueeos-se-cumplen-en-la-medida-que-los-persigues-manne-van-necker
el-gran-proyecto-global-de-nuestro-tiempo-es-la-competencia-y-es-por-ello-que-el-individuo-permanece-en-gran-medida-solo-en-el-mundo-meredith-haaf
A Etimologia tentou separar duas rae­zes: de um lado a raiz-lua que, com men (lua) e mensis (mes) pertence a rae­z ma do sacrife­cio mas; e de outro, a raiz se¢nscrita manas, com menos (grego), mens (latim) etc., que representa o espirito por exceleªncia. Da raiz-espe­rito brota uma ampla ramificae§e£o de sentidos espirituais significativos: menos, espirito, corae§e£o, alma, coragem, ardor; menoinan, considerar, meditar, desejar; memona, ter em mente, pretender; mainomai pensar e tambem perder-se em pensamentos e delirar, a qual pertence mania, loucura, possesse£o e tambem manteia, profecia. Outros ramos da mesma raiz-espe­rito se£o menis, menos, raiva, menuo, indicar, revelar; meno, permanecer, demorar-se, manthano, aprender; menini, lembrar; e mentiri, mentir. Todas essas rae­zes-espe­rito originam-se de uma raiz original se¢nscrita Mati-h, que significa pensamento, intene§e£o. Em nenhum lugar, seja ele qual for, essa raiz foi colocada em oposie§e£o a raiz-lua, men, lua; mensis, mes; mas, que e ligado a ma, medir. Dessa raiz origina-se ne£o so matra-m, medida, mas tambem metis, inteligeªncia, sabedoria; matiesthai, meditar, ter em mente, sonhar; e, mais ainda, para nossa surpresa, verificamos que essa raiz-lua, pretensamente oposta a raiz-espe­rito, e da mesma maneira derivada da raiz se¢nscrita mati-h, significando medida, conhecimento. Em conseqe¼eªncia, a eºnica raiz arquete­pica subjacente a esses significados e espe­rito-lua, que se expressa em todas as suas ramificae§eµes diversificadas, revelando-nos assim sua natureza e seu significado primordial. O que emana do espe­rito-lua e um movimento emocional relacionado de perto com as atividades do inconsciente. Na erupe§e£o ativa e um espirito igneo: coragem, colera, possesse£o e ira; sua auto-revelae§e£o conduz a profecia, cogitae§e£o e mentira, mas tambem a poesia. Junto com essa produtividade ignea, no entanto, coloca-se outra atitude mais ' medida ' que medita, sonha, espera e deseja, hesita e se retarda, que se relaciona com a memoria e o aprendizado, e cujo efeito e a moderae§e£o, a sabedoria e o significado. Discutindo o assunto em outro lugar, mencionei, como uma atividade primaria do inconsciente, o Einfall, isto e, o pressentimento ou o pensamento que ' estala ' na cabee§a. O aparecimento de conteeºdos espirituais que penetram na conscieªncia com suficiente forca persuasiva para fascina-la e controla-la, representa provavelmente a primeira forma de emergeªncia do espirito no homem. Enquanto numa conscieªncia ampliada e num ego mais forte esse fator emergente e introjetado e concebido como uma manifestae§e£o pse­quica interna, no comee§o parece atingir a psique ' de fora ', como uma revelae§e£o sagrada e uma mensagem numinosa dos ' poderes ' ou deuses. O ego, ao experimentar esses conteeºdos como vindos de fora, mesmo quando os chama de intuitos ou inspirae§eµes, recebe o fene´meno espiritual esponte¢neo com a atitude caractere­stica do ego da conscieªncia matriacal. Porque ainda e verdade, como sempre foi, que as revelae§eµes do espe­rito-lua se£o recebidas mais facilmente quando a noite anima o inconsciente e provoca a introverse£o do que a luz brilhante do dia.

Erich Neumann
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Segundo os Shastras tradicionais, o Mestre e para o disce­pulo, pai, me£e e eshwara (que significa Senhor, representa o arquetipo e, em certo sentido e a divindade eleita para o culto particular). Numa era de contestae§e£o e irrevereªncia, tal afirmae§e£o ne£o e nada modesta. Hoje este¡ na moda construir frases de efeito ou emitir conceitos que fae§am media com o leitor. Conceitos demagogicos para cativar a opinie£o peºblica. Entretanto, as escrituras hindus ne£o estavam preocupadas com isso e ne£o estavam brincando quando colocaram muito claramente a posie§e£o do Mestre e do disce­pulo. Sendo uma filosofia do Oriente e da antiguidade, o Ye´ga ne£o faz por menos: o disce­pulo deve total respeito, obedieªncia, amor e fe ao seu Mestre. Caso contre¡rio, ne£o tem capacidade de ser disce­pulo nem o direito de chamar a alguem de Mestre, conforme diz a Maitre­ Upanishad: 'Esta cieªncia absolutamente secreta so deve ser ensinada a um filho ou a um disce­pulo totalmente devotado ao seu Mestre'. Para aquele que ne£o souber aprender, ninguem sere¡ um Mestre competente, je¡ que a incompeteªncia ne£o estare¡ no ensinar, mas no aprender. Para aquele que aceita as normas do discipulado, o Mestre escolhido sempre e bom, pois tal disce­pulo este¡ com o siddhi do aprendizado plenamente desenvolvido e aprendere¡ mesmo que nada seja dito, bastando a proximidade fe­sica do Mestre, o qual atua como catalisador. Por isso e importante visitar o Mestre com freqe¼eªncia. Por que a proximidade fe­sica e te£o importante, se o Ye´ga e fundamentalmente subjetivo e domina te£o espetacularmente as dimenseµes paranormais? e‰ porque ocorre um fene´meno denominado nye¡sa, uma especie de osmose, no qual, o disce­pulo que reeºna as qualidades indispense¡veis, assimila parte do conhecimento e o poder do seu Mestre atraves do simples conve­vio. Para ele, o Mestre e um catalisador vivo da fore§a e da sabedoria que je¡ estavam presentes no e­ntimo do proprio disce­pulo. Esse conve­vio e te£o mais importante na medida em que e atraves dele que sere£o realizados o Guru Seªva, o Parampare¡ e o Kripe¡ Guru, treªs das mais sagradas tradie§eµes do Ye´ga no que se refere e s relae§eµes Mestre/disce­pulo. Ao escolher o seu Mestre voceª deve aceite¡-lo, acate¡-lo e reconheceª-lo definitivamente e sem reservas. Ne£o cabe da sua parte nenhuma deºvida ou questionamento. Se voceª ne£o tem essa capacidade, ne£o este¡ a altura de ter um Mestre e vai ficar estagnado sem aprender nada profundo, nada que seja realmente Ye´ga. Ao que, por outro lado, tem essa capacidade no seu mais alto grau, esse consegue aprender, mesmo e  diste¢ncia, pois cada vez que realizar um peºje¡ sincero, entra em sintonia interior e o Mestre fala diretamente ao seu corae§e£o, fora do tempo e do espae§o. Dessa forma, pode compensar parcialmente a falta da te£o importante presene§a fe­sica.

Sergio Santos
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