Mesmo Quotes

Authors: A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y Z
Categories: A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y Z
para-o-homem-consciente-havia-um-dever-procurarse-si-mesmo-afirmarse-em-si-mesmo-e-seguir-sempre-adiante-o-seu-proprio-caminho-sem-se-preocupar-com-o-fim-que-possa-conduzilo-herm
ninguem-tem-em-si-mesmo-o-sentido-de-sua-existencia-lucas-soares-adriano
daneava-para-si-mesmo-um-homem-nu-entre-cegos-christopher-rice
as-vozes-conflueram-num-mesmo-cengrito-de-vida-e-horror-filipe-russo
a-vida-e-curta-demais-para-cometer-o-mesmo-erro-duas-vezes-claire-cross
o-verdadeiro-ofecio-de-cada-um-era-apenas-chegar-ate-si-mesmo-hermann-hesse
entre-as-recordaeees-de-cada-pessoa-he-coisas-que-ela-neo-conta-para-qualquer-um-somente-para-os-amigos-he-tambem-aquelas-que-ela-neo-conta-nem-para-os-amigos-somente-para-sim-me
pais-que-neo-conhecem-si-mesmo-neo-seo-capazes-de-evitar-reprodueeo-em-seus-filhos-de-suas-disfuneees-carlos-messa
certamente-era-um-homem-que-possue-muitas-qualidades-mesmo-que-fossem-quase-todas-ruins-douglas-adams
se-uma-planta-neo-pode-viver-de-acordo-com-sua-natureza-ela-morre-o-mesmo-ocorre-com-um-homem-henry-david-thoreau
neo-espere-que-os-outros-entendam-sua-jornada-principalmente-se-eles-nunca-andaram-no-mesmo-caminho-que-voce-rodrigo
eu-comensalizo-parasito-e-predo-tudo-ate-mesmo-minha-dor-para-maximizar-minhas-chances-de-sucesso-filipe-russo
e-clessico-aquilo-que-persiste-como-rumor-mesmo-onde-predomina-atualidade-mais-incompatevel-italo-calvino
eu-joguei-minha-vida-fora-na-fogueira-para-alimentar-chama-do-amor-mas-mesmo-assim-tudo-se-extingeiu-filipe-russo
hoje-sei-muito-bem-que-nada-na-vida-repugna-tanto-ao-homem-do-que-seguir-pelo-caminho-que-o-conduz-si-mesmo-hermann-hesse
todos-pensam-em-mudar-humanidade-e-ninguem-pensa-em-mudar-si-mesmo-leo-tolstoy
e-s-vezes-neo-se-tem-o-que-escrever-mesmo-quando-se-tem-o-que-falar-clarice-lispector
es-vezes-neo-se-tem-o-que-escrever-mesmo-quando-se-tem-o-que-falar-clarice-lispector
quando-me-passeio-por-passy-pareceme-que-deambulo-por-dentro-de-mim-mesmo-e-que-tropeeo-incessantemente-na-minha-infencia-julien-green
o-sol-e-como-um-bailarino-no-palco-todos-os-dias-ele-nos-apresenta-o-mais-lindo-espeteculo-mesmo-assim-poucos-param-para-ver-e-aplaudir-samanta-holtz
entretanto-mesmo-o-fogo-mais-ardente-deixa-apenas-as-brasas-mais-amenas-bodas-verdadeiras-seo-construedas-sobre-valores-e-interesses-comuns-mary-jo-putney
os-deuses-morrem-e-quando-morrem-mesmo-seo-esquecidos-e-ninguem-os-chora-as-ideias-seo-mais-difeceis-de-matar-do-que-as-pessoas-mas-no-fim-e-possevel-matelas-neil-gaiman
viver-devagar-e-que-e-bom-e-entreviverse-amando-desejando-e-sofrendo-avaneando-e-recuando-tirando-das-coisas-ao-redor-uma-entima-compensaeeo-recriando-em-si-mesmo-reserva-dos-out
eu-sonho-com-sangue-com-uma-solideo-teo-vazia-que-nem-o-eco-sobreviveria-nela-e-acordo-gritar-ensopado-no-meu-proprio-suor-e-mesmo-depois-de-acordar-sensaeeo-solideo-mantemse-dur
mesmo-os-lugares-mais-rarefeitos-como-o-espaeo-sideral-e-estupidez-humana-seo-preenchidos-por-alguma-coisa-luz-metais-leves-preconceitos-parteculas-e-subparteculas-dos-etomos-rad
os-livros-seo-escritos-devido-anos-virados-do-avesso-por-ideias-que-neo-nos-libertam-ate-serem-escritas-e-ate-mesmo-enteo-escrita-e-o-eltimo-recurso-um-resgate-desesperado-que-pa
Segundo os Shastras tradicionais, o Mestre e para o disce­pulo, pai, me£e e eshwara (que significa Senhor, representa o arquetipo e, em certo sentido e a divindade eleita para o culto particular). Numa era de contestae§e£o e irrevereªncia, tal afirmae§e£o ne£o e nada modesta. Hoje este¡ na moda construir frases de efeito ou emitir conceitos que fae§am media com o leitor. Conceitos demagogicos para cativar a opinie£o peºblica. Entretanto, as escrituras hindus ne£o estavam preocupadas com isso e ne£o estavam brincando quando colocaram muito claramente a posie§e£o do Mestre e do disce­pulo. Sendo uma filosofia do Oriente e da antiguidade, o Ye´ga ne£o faz por menos: o disce­pulo deve total respeito, obedieªncia, amor e fe ao seu Mestre. Caso contre¡rio, ne£o tem capacidade de ser disce­pulo nem o direito de chamar a alguem de Mestre, conforme diz a Maitre­ Upanishad: 'Esta cieªncia absolutamente secreta so deve ser ensinada a um filho ou a um disce­pulo totalmente devotado ao seu Mestre'. Para aquele que ne£o souber aprender, ninguem sere¡ um Mestre competente, je¡ que a incompeteªncia ne£o estare¡ no ensinar, mas no aprender. Para aquele que aceita as normas do discipulado, o Mestre escolhido sempre e bom, pois tal disce­pulo este¡ com o siddhi do aprendizado plenamente desenvolvido e aprendere¡ mesmo que nada seja dito, bastando a proximidade fe­sica do Mestre, o qual atua como catalisador. Por isso e importante visitar o Mestre com freqe¼eªncia. Por que a proximidade fe­sica e te£o importante, se o Ye´ga e fundamentalmente subjetivo e domina te£o espetacularmente as dimenseµes paranormais? e‰ porque ocorre um fene´meno denominado nye¡sa, uma especie de osmose, no qual, o disce­pulo que reeºna as qualidades indispense¡veis, assimila parte do conhecimento e o poder do seu Mestre atraves do simples conve­vio. Para ele, o Mestre e um catalisador vivo da fore§a e da sabedoria que je¡ estavam presentes no e­ntimo do proprio disce­pulo. Esse conve­vio e te£o mais importante na medida em que e atraves dele que sere£o realizados o Guru Seªva, o Parampare¡ e o Kripe¡ Guru, treªs das mais sagradas tradie§eµes do Ye´ga no que se refere e s relae§eµes Mestre/disce­pulo. Ao escolher o seu Mestre voceª deve aceite¡-lo, acate¡-lo e reconheceª-lo definitivamente e sem reservas. Ne£o cabe da sua parte nenhuma deºvida ou questionamento. Se voceª ne£o tem essa capacidade, ne£o este¡ a altura de ter um Mestre e vai ficar estagnado sem aprender nada profundo, nada que seja realmente Ye´ga. Ao que, por outro lado, tem essa capacidade no seu mais alto grau, esse consegue aprender, mesmo e  diste¢ncia, pois cada vez que realizar um peºje¡ sincero, entra em sintonia interior e o Mestre fala diretamente ao seu corae§e£o, fora do tempo e do espae§o. Dessa forma, pode compensar parcialmente a falta da te£o importante presene§a fe­sica.

Sergio Santos
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ao-relacionarse-com-o-mundo-objetivo-por-intermedio-de-suas-faculdades-o-mundo-exterior-tornase-real-para-o-homem-e-de-fato-e-o-amor-que-faz-o-homem-verdadeiramente-crer-na-reali
Ser ou ne£o ser, eis a queste£o. O que e mais nobre para a alma? Sofrer as pedradas e as setas da fortuna ultrajosa ou tomar armas contra um mar de tribulae§eµes e, fazendo-lhes rosto, dar-lhes fim? Morrer... dormir... mais nada. Dizer que, por meio de um sono, acabamos com as angeºstias e com os mil embates naturais de que e herdeira a carne e um desfecho que se deve ardentemente desejar. Morrer... dormir... dormir! Sonhar talvez! Ah! Aqui e que este¡ o embarae§o. Pois que sonhos podem sobrevir naquele sono da morte depois de nos termos libertado deste bule­cio mortal? Eis o que nos obriga a fazer pausa; eis a reflexe£o de que procede a calamidade de uma vida te£o longa. Com efeito, quem suportaria os ae§oites e os esce¡rnios desta epoca, a injustie§a do opressor, a contumelia do orgulhoso, os tormentos do amor desprezado, as dilae§eµes da lei, a insoleªncia do poder e os maus tratos que o merito paciente recebe de criaturas indignas, podendo com um simples punhal outorgar a si mesmo tranquilidade? Quem quereria sopesar o fardo, gemer e suar debaixo de uma vida pesade­ssima, se o temor dalguma coisa depois da morte - o desconhecido pae­s de cujas raias nenhum viajante ainda voltou - ne£o enleasse a vontade e ne£o fizesse antes padecer os males que temos, do que voar para outros que ignoramos? Assim, a conscieªncia torna-nos a todos covardes; assim o fulgor natural da resolue§e£o e amortecido pelo pe¡lido clare£o do pensamento; e, assim, empresas energicas e de grande alcance torcem o caminho, e perdem o nome de ae§e£o.

William Shakespeare
ser-ou-neo-ser-eis-questeo-o-que-e-mais-nobre-para-alma-sofrer-as-pedradas-e-as-setas-da-fortuna-ultrajosa-ou-tomar-armas-contra-um-mar-de-tribulaeees-e-fazendolhes-rosto-darlhes
Raciocinai assim com a vida: Se te perco, perco uma coisa que somente os loucos querem conservar. Ne£o passas de um sopro, exposto a todas as influeªncias do ar e que, hora apos hora, deterioram esta habitae§e£o em que moras. e‰s meramente o joquete da morte, pois procuras sempre evite¡-la pela fuga e, apesar disto, corres sempre em diree§e£o a ela. Ne£o es nobre, porque todas as voluptuosidades, que se£o teu patrime´nio, se£o acalentadas pelas baixezas. Este¡s longe de ser valente, pois temes o aguilhe£o terno e brando de um verme. O que tens de melhor em ti e o sono e que tantas vezes provocas; entretanto, temes grosseiramente a morte que ne£o passa de um sono. Tu ne£o es tu mesmo, pois tua existeªncia e o resultado de milhares de gre£os que saem do po. Ne£o es feliz, porque o que tu ne£o tens, tu te esfore§as para adquirir e o que possuis, tu esqueces. Ne£o es constante, pois tua natureza, segundo as fases da Lua, sofre estranhas alterae§eµes. Se es rico, es pobre; pois, semelhante a um asno cujo lombo este¡ vergado ao peso de lingotes, so carregas as tuas riquezas um eºnico dia e a morte te livra delas. Ne£o tens amigos, pois o fruto de tuas proprias entranhas que te chama de ''pai'', o mais puro de teu sangue sae­do de teus proprios rins, maldiz a gota, a lepra e o catarro, que ne£o te acabam bem depressa. Ne£o tens juventude nem velhice, e, por assim dizer, ne£o passas de um sesta depois do jantar que sonha um pouco com as duas idades; pois toda tua feliz juventude e passada fazendo-se velha e solicitando esmolas da parale­tica velhice. Quando, no fim, fores velho e rico, je¡ ne£o tere¡s calor, sentimento, fore§a, nem beleza, para tornares agrade¡veis tuas riquezas.Que te sobra ainda nisto que traz o nome de Vida? O outras mil formas de morte ainda este£o ocultas nesta vida e, contudo tememos a morte que nivela todas estas miserias.

William Shakespeare
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As me£os de Zahara apertaram fortemente a saia. - Vais infligir-me a humilhae§e£o de ser eu a dizeª-lo? Lochan levantou-se. - Jamais desejaria que te humilhasses. Eu sei, sei-o he¡ je¡ demasiado tempo. Zahara sentiu o corae§e£o pular. - Se o sabes, porque nunca... - Esquece-me, Zahara, pois ne£o sinto o mesmo - interrompeu ele. Ela recuou. - Mentes... Porqueª? Eu sei... O modo como me tratas, como me olhas. Eu sei que gostas de mim, vejo-o no teu olhar, vejo-o neste instante! Lochan sentiu os olhos dela mergulharem nos seus. - Durante anos foram-me apresentados pretendentes das mais nobres fame­lias - ouviu - Todos me dariam o conforto a que estava habituada, todos me cobririam de joias, de vestidos luxuosos... no entanto, eu recusava-os. Recusava-os porque ne£o via nada no seu olhar. Para eles, eu seria como um trofeu, serviria apenas para provocar inveja. Uma nuvem cobriu o sol, deixando-os na sombra. - Inconscientemente tornei-me arrogante, altiva, somente para os afastar de mim, para que ne£o desejassem casar-se com alguem como eu... Mas tu, tu viste para alem da me¡scara que construe­. Naquele dia, na capital, tu viste o que ninguem foi capaz de ver: o meu corae§e£o. - Zahara... - Ne£o acredito que ne£o sintas qualquer amor por mim. Lochan voltou-lhe as costas. - Ne£o quero saber se es pobre, ne£o me importo com o teu passado. O que sinto por ti e o que sempre desejei sentir - ouviu. O sileªncio envolveu-os por momentos. - Lamento... Zahara correu para a frente dele. No seu olhar era vise­vel desespero. - Ne£o te agrado, e isso? Ele limitou-se a desviar o rosto. - Responde-me! - Como poderia ficar indiferente a alguem como tu - disse voltando a olhar nos olhos dela. - Ente£o porqueª, porqueª? Lochan agarrou-lhe nos ombros, assustando-a. - Esquece-me por favor. Odeia-me. Odeia-me por isto com todas as tuas fore§as, mas ne£o me ames, nunca me ames, Zahara. Lochan largou-lhe os ombros. Ela ficou sem reace§e£o, e as le¡grimas voltaram a molhar o seu rosto. - Ne£o me fae§as isto... - implorou. O olhar dele tornou-se gelido. O seu rosto mostrava-se agora te£o indecifre¡vel, como o de uma este¡tua. - Odeia-me pelo sofrimento que te acabo de causar e depois esquece-me - disse deixando-a so. Zahara viu-o desaparecer por entre as colunas do pale¡cio.

Susana Almeida
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Anahata chakra desperta no cerebro refinando as emoe§eµes e seu despertar e caracterizado por um sentimento universal de amor ilimitado por todos os seres. Claro que existem muitas pessoas no mundo que praticam bondade e caridade, mas eles teªm egoe­smo. Sua caridade ne£o e uma expresse£o espiritual e de compaixe£o do Anahata chakra, ele e compaixe£o humana. Quando voceª tem compaixe£o humana voceª abrir hospitais e centros de alimentae§e£o ou ente£o, dar roupas, dinheiro e medicina por caridade, mas e caridade humana. Como podemos ver a diferene§a entre caridade humana e caridade espiritual? Na caridade humana, he¡ sempre um elemento de egoe­smo. Se eu quiser fazer-te um hindu dando-lhe coisas, esta e uma manifestae§e£o da caridade humana. Ou se eu quiser fazer-te meus seguidores eu posso mostrar-lhe uma grande bondade, mas a bondade humana. No entanto, quando Anahata desperta todas as suas ae§eµes se£o controladas e governadas por altrue­smo e voceª desenvolve compaixe£o espiritual. Voceª entende que o amor ne£o envolve negociae§e£o, e livre de expectativa. Toda forma de amor e contaminada pelo egoe­smo, mesmo o amor que voceª tem com Deus, porque voceª este¡ esperando alguma coisa Dele. Talvez, neste mundo, o amor com um me­nimo de egoe­smo e um amor de me£e. Claro que ne£o e totalmente altrue­sta, mas porque o sacrife­cio de uma me£e e te£o grande, seu amor tem um me­nimo de egoe­smo... Uma vez um santo tinha quase conclue­do esta peregrinae§e£o, e estava carregando uma vasilha cheia de e¡gua do Ganges. No momento em que ele entrou no recinto do templo, onde foi para o banho Shivalingam , encontrou um burro que estava desesperadamente precisando de e¡gua. Imediatamente ele abriu o seu recipiente e deu e¡gua para o burro. Seus companheiros de viagem gritaram, "Ei, o que voceª este¡ fazendo? Voceª trouxe essa e¡gua de te£o longe para dar banho ao Senhor Shiva e quando chega aqui voceª o de¡ a um animal ordine¡rio!" Mas o santo ne£o viu dessa forma. Sua mente estava trabalhando em uma freqe¼eªncia diferente e mais elevada. Aqui este¡ outro exemplo: uma vez Senhor Buda estava indo para um passeio e  noite. Ele deparou-se com um homem velho e ficou muito comovido pelo sofrimento da velhice. Em seguida ele viu uma pessoa morta, e novamente ele ficou muito comovido. Quantas vezes e que vamos ver homens velhos? Sere¡ que ficaremos comovidos como ele ficou? Ne£o, porque as nossas mentes se£o diferentes. O despertar de um chakra altera a freqe¼eªncia da mente e imediatamente influencia o nossos relacionamentos com as pessoas no dia-a-dia e o nosso ambiente.

Satyananda Saraswati
anahata-chakra-desperta-no-cerebro-refinando-as-emoeees-e-seu-despertar-e-caracterizado-por-um-sentimento-universal-de-amor-ilimitado-por-todos-os-seres-claro-que-existem-muitas-
A Etimologia tentou separar duas rae­zes: de um lado a raiz-lua que, com men (lua) e mensis (mes) pertence a rae­z ma do sacrife­cio mas; e de outro, a raiz se¢nscrita manas, com menos (grego), mens (latim) etc., que representa o espirito por exceleªncia. Da raiz-espe­rito brota uma ampla ramificae§e£o de sentidos espirituais significativos: menos, espirito, corae§e£o, alma, coragem, ardor; menoinan, considerar, meditar, desejar; memona, ter em mente, pretender; mainomai pensar e tambem perder-se em pensamentos e delirar, a qual pertence mania, loucura, possesse£o e tambem manteia, profecia. Outros ramos da mesma raiz-espe­rito se£o menis, menos, raiva, menuo, indicar, revelar; meno, permanecer, demorar-se, manthano, aprender; menini, lembrar; e mentiri, mentir. Todas essas rae­zes-espe­rito originam-se de uma raiz original se¢nscrita Mati-h, que significa pensamento, intene§e£o. Em nenhum lugar, seja ele qual for, essa raiz foi colocada em oposie§e£o a raiz-lua, men, lua; mensis, mes; mas, que e ligado a ma, medir. Dessa raiz origina-se ne£o so matra-m, medida, mas tambem metis, inteligeªncia, sabedoria; matiesthai, meditar, ter em mente, sonhar; e, mais ainda, para nossa surpresa, verificamos que essa raiz-lua, pretensamente oposta a raiz-espe­rito, e da mesma maneira derivada da raiz se¢nscrita mati-h, significando medida, conhecimento. Em conseqe¼eªncia, a eºnica raiz arquete­pica subjacente a esses significados e espe­rito-lua, que se expressa em todas as suas ramificae§eµes diversificadas, revelando-nos assim sua natureza e seu significado primordial. O que emana do espe­rito-lua e um movimento emocional relacionado de perto com as atividades do inconsciente. Na erupe§e£o ativa e um espirito igneo: coragem, colera, possesse£o e ira; sua auto-revelae§e£o conduz a profecia, cogitae§e£o e mentira, mas tambem a poesia. Junto com essa produtividade ignea, no entanto, coloca-se outra atitude mais ' medida ' que medita, sonha, espera e deseja, hesita e se retarda, que se relaciona com a memoria e o aprendizado, e cujo efeito e a moderae§e£o, a sabedoria e o significado. Discutindo o assunto em outro lugar, mencionei, como uma atividade primaria do inconsciente, o Einfall, isto e, o pressentimento ou o pensamento que ' estala ' na cabee§a. O aparecimento de conteeºdos espirituais que penetram na conscieªncia com suficiente forca persuasiva para fascina-la e controla-la, representa provavelmente a primeira forma de emergeªncia do espirito no homem. Enquanto numa conscieªncia ampliada e num ego mais forte esse fator emergente e introjetado e concebido como uma manifestae§e£o pse­quica interna, no comee§o parece atingir a psique ' de fora ', como uma revelae§e£o sagrada e uma mensagem numinosa dos ' poderes ' ou deuses. O ego, ao experimentar esses conteeºdos como vindos de fora, mesmo quando os chama de intuitos ou inspirae§eµes, recebe o fene´meno espiritual esponte¢neo com a atitude caractere­stica do ego da conscieªncia matriacal. Porque ainda e verdade, como sempre foi, que as revelae§eµes do espe­rito-lua se£o recebidas mais facilmente quando a noite anima o inconsciente e provoca a introverse£o do que a luz brilhante do dia.

Erich Neumann
a-etimologia-tentou-separar-duas-raezes-de-um-lado-raizlua-que-com-men-lua-e-mensis-mes-pertence-raez-ma-do-sacrifecio-mas-e-de-outro-raiz-senscrita-manas-com-menos-grego-mens-la
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