Pelo Quotes

Authors: A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y Z
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sorri-um-alevio-je-enteo-fisgado-por-anzois-de-pavor-vazio-pelo-meu-sorriso-o-horror-fincou-suas-presas-mim-me-enforcando-pelo-avesso-filipe-russo
esta-garota-pelo-simples-ato-de-caminhar-e-sorrir-estava-me-foreando-recuperar-um-dom-que-eu-tinha-abandonado-nina-g-jones
hoje-sei-muito-bem-que-nada-na-vida-repugna-tanto-ao-homem-do-que-seguir-pelo-caminho-que-o-conduz-si-mesmo-hermann-hesse
as-palavras-que-te-envio-seo-interditas-ate-meu-amor-pelo-halo-das-searas-se-alguma-regressasse-nem-je-reconhecia-o-teu-nome-nas-suas-curvas-claras-eugenio-de-andrade
a-doene-e-retida-no-corpo-pelo-pensamento-pela-observaeeo-da-doene-e-pela-ateneeo-dada-ela-rhonda-byrne
mentre-con-me-non-ti-spogliavi-neanche-la-notte-ed-eran-botte-dio-che-botte-ti-hanno-visto-alzare-la-sottana-la-sottana-fino-al-pelo-che-nero-lucio-dalla
o-que-voce-fez-pela-ciencia-hoje-pare-de-fazer-coisas-por-deus-ele-se-intitula-todopoderoso-neo-precisa-de-voce-fae-algo-pela-ciencia-pelo-amor-de-deus-mehmet-murat-ildan
ao-relacionarse-com-o-mundo-objetivo-por-intermedio-de-suas-faculdades-o-mundo-exterior-tornase-real-para-o-homem-e-de-fato-e-o-amor-que-faz-o-homem-verdadeiramente-crer-na-reali
Anahata chakra desperta no cerebro refinando as emoe§eµes e seu despertar e caracterizado por um sentimento universal de amor ilimitado por todos os seres. Claro que existem muitas pessoas no mundo que praticam bondade e caridade, mas eles teªm egoe­smo. Sua caridade ne£o e uma expresse£o espiritual e de compaixe£o do Anahata chakra, ele e compaixe£o humana. Quando voceª tem compaixe£o humana voceª abrir hospitais e centros de alimentae§e£o ou ente£o, dar roupas, dinheiro e medicina por caridade, mas e caridade humana. Como podemos ver a diferene§a entre caridade humana e caridade espiritual? Na caridade humana, he¡ sempre um elemento de egoe­smo. Se eu quiser fazer-te um hindu dando-lhe coisas, esta e uma manifestae§e£o da caridade humana. Ou se eu quiser fazer-te meus seguidores eu posso mostrar-lhe uma grande bondade, mas a bondade humana. No entanto, quando Anahata desperta todas as suas ae§eµes se£o controladas e governadas por altrue­smo e voceª desenvolve compaixe£o espiritual. Voceª entende que o amor ne£o envolve negociae§e£o, e livre de expectativa. Toda forma de amor e contaminada pelo egoe­smo, mesmo o amor que voceª tem com Deus, porque voceª este¡ esperando alguma coisa Dele. Talvez, neste mundo, o amor com um me­nimo de egoe­smo e um amor de me£e. Claro que ne£o e totalmente altrue­sta, mas porque o sacrife­cio de uma me£e e te£o grande, seu amor tem um me­nimo de egoe­smo... Uma vez um santo tinha quase conclue­do esta peregrinae§e£o, e estava carregando uma vasilha cheia de e¡gua do Ganges. No momento em que ele entrou no recinto do templo, onde foi para o banho Shivalingam , encontrou um burro que estava desesperadamente precisando de e¡gua. Imediatamente ele abriu o seu recipiente e deu e¡gua para o burro. Seus companheiros de viagem gritaram, "Ei, o que voceª este¡ fazendo? Voceª trouxe essa e¡gua de te£o longe para dar banho ao Senhor Shiva e quando chega aqui voceª o de¡ a um animal ordine¡rio!" Mas o santo ne£o viu dessa forma. Sua mente estava trabalhando em uma freqe¼eªncia diferente e mais elevada. Aqui este¡ outro exemplo: uma vez Senhor Buda estava indo para um passeio e  noite. Ele deparou-se com um homem velho e ficou muito comovido pelo sofrimento da velhice. Em seguida ele viu uma pessoa morta, e novamente ele ficou muito comovido. Quantas vezes e que vamos ver homens velhos? Sere¡ que ficaremos comovidos como ele ficou? Ne£o, porque as nossas mentes se£o diferentes. O despertar de um chakra altera a freqe¼eªncia da mente e imediatamente influencia o nossos relacionamentos com as pessoas no dia-a-dia e o nosso ambiente.

Satyananda Saraswati
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A partir de un determinado momento, advirtio Paul vagamente, la tecnologe­a habe­a pasado a see±alarle eºnicamente el care¡cter ineludible y proximo de la nada. En vez de liberar nanobots en el torrente sangue­neo para reparar las cosas me¡s re¡pidamente de lo que se deterioraban, implantar pequee±os computadores en el cerebro de la gente o aplicar otros metodos que Paul habe­a descubierto en la Wikipedia con intencion de aplazar la muerte hasta convertirla en ese ente lejano y menguante y casi inexistente que entonces era la vida- y para que la vida, para los humanos inmortales, se convirtiera en la diversion preponderante que entonces era la muerte-, la tecnologe­a parece­a abocada a eliminar la vida para siempre cumpliendo incontroladamente su eºnica funcion: convertir la materia, animada o inanimada, en materia computerizada con el eºnico objeto, al parecer, de aumentar su funcionamiento hasta que el universo fuera un eºnico ordenador. La tecnologe­a, una abstraccion indetectable en la realidad concreta, estaba llevando a cabo su tarea concreta, intuyo Paul debilmente mientras le acariciaba el pelo a Erin, gracias a una mano de obra humana, creciente y cada vez me¡s entregada que, en el transcurso de cientos de generaciones, iba recibiendo lo que parece­an anticipos (desde los pies a los coches pasando por las bicicletas, desde la cara a Internet hasta los tablones de anuncios) a cambio de convertir una cantidad suficiente de materia en materia computerizada para que los ordenadores pudieran ir construyendose a se­ mismos.

Tao Lin
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entre-as-recordaeees-de-cada-pessoa-he-coisas-que-ela-neo-conta-para-qualquer-um-somente-para-os-amigos-he-tambem-aquelas-que-ela-neo-conta-nem-para-os-amigos-somente-para-sim-me
Ser ou ne£o ser, eis a queste£o. O que e mais nobre para a alma? Sofrer as pedradas e as setas da fortuna ultrajosa ou tomar armas contra um mar de tribulae§eµes e, fazendo-lhes rosto, dar-lhes fim? Morrer... dormir... mais nada. Dizer que, por meio de um sono, acabamos com as angeºstias e com os mil embates naturais de que e herdeira a carne e um desfecho que se deve ardentemente desejar. Morrer... dormir... dormir! Sonhar talvez! Ah! Aqui e que este¡ o embarae§o. Pois que sonhos podem sobrevir naquele sono da morte depois de nos termos libertado deste bule­cio mortal? Eis o que nos obriga a fazer pausa; eis a reflexe£o de que procede a calamidade de uma vida te£o longa. Com efeito, quem suportaria os ae§oites e os esce¡rnios desta epoca, a injustie§a do opressor, a contumelia do orgulhoso, os tormentos do amor desprezado, as dilae§eµes da lei, a insoleªncia do poder e os maus tratos que o merito paciente recebe de criaturas indignas, podendo com um simples punhal outorgar a si mesmo tranquilidade? Quem quereria sopesar o fardo, gemer e suar debaixo de uma vida pesade­ssima, se o temor dalguma coisa depois da morte - o desconhecido pae­s de cujas raias nenhum viajante ainda voltou - ne£o enleasse a vontade e ne£o fizesse antes padecer os males que temos, do que voar para outros que ignoramos? Assim, a conscieªncia torna-nos a todos covardes; assim o fulgor natural da resolue§e£o e amortecido pelo pe¡lido clare£o do pensamento; e, assim, empresas energicas e de grande alcance torcem o caminho, e perdem o nome de ae§e£o.

William Shakespeare
ser-ou-neo-ser-eis-questeo-o-que-e-mais-nobre-para-alma-sofrer-as-pedradas-e-as-setas-da-fortuna-ultrajosa-ou-tomar-armas-contra-um-mar-de-tribulaeees-e-fazendolhes-rosto-darlhes
As me£os de Zahara apertaram fortemente a saia. - Vais infligir-me a humilhae§e£o de ser eu a dizeª-lo? Lochan levantou-se. - Jamais desejaria que te humilhasses. Eu sei, sei-o he¡ je¡ demasiado tempo. Zahara sentiu o corae§e£o pular. - Se o sabes, porque nunca... - Esquece-me, Zahara, pois ne£o sinto o mesmo - interrompeu ele. Ela recuou. - Mentes... Porqueª? Eu sei... O modo como me tratas, como me olhas. Eu sei que gostas de mim, vejo-o no teu olhar, vejo-o neste instante! Lochan sentiu os olhos dela mergulharem nos seus. - Durante anos foram-me apresentados pretendentes das mais nobres fame­lias - ouviu - Todos me dariam o conforto a que estava habituada, todos me cobririam de joias, de vestidos luxuosos... no entanto, eu recusava-os. Recusava-os porque ne£o via nada no seu olhar. Para eles, eu seria como um trofeu, serviria apenas para provocar inveja. Uma nuvem cobriu o sol, deixando-os na sombra. - Inconscientemente tornei-me arrogante, altiva, somente para os afastar de mim, para que ne£o desejassem casar-se com alguem como eu... Mas tu, tu viste para alem da me¡scara que construe­. Naquele dia, na capital, tu viste o que ninguem foi capaz de ver: o meu corae§e£o. - Zahara... - Ne£o acredito que ne£o sintas qualquer amor por mim. Lochan voltou-lhe as costas. - Ne£o quero saber se es pobre, ne£o me importo com o teu passado. O que sinto por ti e o que sempre desejei sentir - ouviu. O sileªncio envolveu-os por momentos. - Lamento... Zahara correu para a frente dele. No seu olhar era vise­vel desespero. - Ne£o te agrado, e isso? Ele limitou-se a desviar o rosto. - Responde-me! - Como poderia ficar indiferente a alguem como tu - disse voltando a olhar nos olhos dela. - Ente£o porqueª, porqueª? Lochan agarrou-lhe nos ombros, assustando-a. - Esquece-me por favor. Odeia-me. Odeia-me por isto com todas as tuas fore§as, mas ne£o me ames, nunca me ames, Zahara. Lochan largou-lhe os ombros. Ela ficou sem reace§e£o, e as le¡grimas voltaram a molhar o seu rosto. - Ne£o me fae§as isto... - implorou. O olhar dele tornou-se gelido. O seu rosto mostrava-se agora te£o indecifre¡vel, como o de uma este¡tua. - Odeia-me pelo sofrimento que te acabo de causar e depois esquece-me - disse deixando-a so. Zahara viu-o desaparecer por entre as colunas do pale¡cio.

Susana Almeida
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